[RESENHA] Hex Hall #1: Sortilégio

5/25/2012 Carol Oliveira 1 COMENTÁRIOS

Hey everybody, Hex Hall foi um presente surpresa que a Jessie ajudou a escolher para mim [deixa você comigo, Jessie G_G]. Mas deixando isso de lado vamos ao que interessa. 

Hex Hall, ou Hecate Hall, que é seu verdadeiro nome, é uma escola para seres especiais, que vai de fadas a vampiros, para terem noção. O livro é mais um daqueles que misturam de tudo e não perde seu foco. Eu particularmente adoro quando fazem isso e conseguem sucesso, como no caso de Hex Hall. Sophie, uma bruxa que vive criando confusão, depois de mais uma trapalhada é mandada para lá, por motivo de proteção ao segredo das bruxas. O que logo notamos no livro é que temos personagens sarcásticos, que consegue tirar graça e proveito de quase tudo.

Assim que chega ao Hecate, Sophie já começa a se “enturmar” arrumando confusão com um lobisomem, com Archer Cross, o bruxo gato que todas são afim, com as três bruxas mais poderosas da escola, e ah claro, divide o quarto com a única aluna vampira, Jenna, que além de ser rejeitada pela população escolar, é também uma das principais suspeitas da morte de outra aluna. Bom deu para ter um gostinho do que acontece no livro só com essa descrição, mas não para por ai. Sophie é cativante e conforme vamos lendo devorando o livro, vemos que não queremos que ele acabe. 

Sophie, diferente de todos da escola, é filha de um bruxo com uma humana e nunca esteve em contato com outros de sua espécie até ser mandada para lá. Então era tudo muito novo para ela. A primeira noite do Hex Hall era sempre passado aos novatos um vídeo explicando o porquê da existência da escola e esse vídeo também mostrava os inimigos de todos os prodígios, como são chamados os alunos. Os inimigos são A Aliança, as Brannicks e o L’Occhio di Dio, O Olho de Deus. 

Ao desenvolver do livro, vamos conhecendo sua trama e a trama por trás de tudo. Os personagens são divertidos e não te cansam, vemos Sophie criar amizades, inimizades e a cada página, assim como nós, vemos ela descobrir coisas novas e coisas sobre ela mesma. 

Um livro cativante, divertido e que merece muitas indicações! 

Sobre as capas, a brasileira é a única que não são fotos. Ela é roxinha e bonitinha, como esta mostrando mais acima. A americana, a espanhola e a alemã são as mais diferentes, pois não tem as três bruxas na capa. Bom a minha preferida eu diria que seria a espanhola, não me pergunte por que! kkkkk




Só para deixar vocês com um gostinho de quero mais, vai mais um quote divertido do livro. 

“Paramos em frente do quarto 312. Jenna abaixou o lado do baú que carregava e pegou as chaves. Seu chaveiro era amarelo e tinha seu nome em letras rosas.
–Chegamos!
Ela destrancou a porta.
–Twilight Zone, seja bem-vinda!
Em vez de Twilight Zone, aquilo deveria se chamar “zona do Meu Deus, quanta coisa rosa”.
Não sei o que esperava do quarto de uma vampira. Talvez muito preto, uns livros do Camus... ah, e um retrato singelo do único humano que a vampira já amou, que, com certeza, havia morrido por algum motivo trágico e belo, amaldiçoando a vampira a uma eternidade de apatia e suspiros românticos.
O que posso fazer? Li vários livros assim.
No entanto, o quarto parecia ter sido decorado pela filha maldita da Barbie com a Moranguinho.” 


Bom, espero que vocês gostem da resenha e que leiam o livro! E fiquem aguardando ansiosamente a continuação de Hex Hall, assim como eu! 


Classificação Final:  





Título: Hex Hall 
Autor(a): Rachel Hawkins 
Tradutor(a): Camila Mello
Páginas: 303
Editora: Galera Record

1 comentários:

Estou ansiosa para ler Hez Hall, assim que minha amiga terminar de ler o livro vai me emprestar e não vejo a hora para isso.

Beijos.
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