Oi povo amado! Depois de séculos voltei! Hoje vim falar de uma paixão minha, geralmente tenho bloqueios para falar sobre o que gosto, mas vou tentar ao máximo mostrar nem que seja um pouco do universo de Jane Austen para vocês. O Na Conversa de hoje é sobre Orgulho e Preconceito (livro e filme). Espero que gostem ;D

 Ontem um dia especial a publicação de Orgulho e Preconceito completou 200 anos, tomei vergonha na cara e vim escrever pra vocês. Como já disse antes, é minha paixão, meu livro PREFERIDO.

- Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente.

Orgulho e Preconceito, conta a história da família Bennet formada por 5 filhas, Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia. Tudo começa quando o pequeno lugarejo onde elas moravam recebe a noticia de que uma casa próxima será locada por um jovem, rico e solteiro. E naquela época quando um homem solteiro alugava uma casa era sinal de que ele queria uma mulher para cuidar dela. Sendo assim somos apresentados  a Mr. Bingley, suas irmãs e a claro suspiros eternos Mr. Darcy. Todos se conhecem em um baile que é sempre oferecido na cidade. Durante o baile, tudo o que se fala é em como Mr. Bingley é simpático e sorridente e em como seu amigo muito mais rico que ele é irritante e antissocial 
Assim que se conhecem Mr. Bingley e Jane, a irmã Bennet mais velha logo se apaixonam. Mas por influência de Mr. Darcy e as irmãs de Mr. Bingley, Jane acaba sofrendo o importunio de um amor perdido; Elizabeth, minha heroína predileta, não acredita que tudo está perdido e faz de tudo para que sua irmã preferida seja feliz. Neste meio tempo, entra na vida das irmãs Bennet a milicia do exército, e com ele Mr. Wickham, um jovem atraente que logo cativa todo o vilarejo e claro toda a família Bennet, ainda mais após confirmar as desconfianças de todos quanto a personalidade de Mr. Darcy. Também durante esse meio tempo os Bennet recebem a visita do futuro herdeiro da propriedade da família. Mr. Collins, este mesmo fica tentado a casar com uma de suas primas, para no futuro elas não perderem o direito a propriedade, porem acaba encontrando problemas com suas escolhidas.

O livro conta histórias inteiramente cruzadas, e mesmo assim, não tem como não ficar desesperado para saber como nossa heroína, Lizzy, irá acabar.

Mas vou parar de contar por aqui, se não não tem graça. 

Agora vamos ao filme. A versão que eu mais gosto é a de 2005 com a Keira Knightley e o Matthew McFadyen como Elizabeth Bennet e Mr. Fitzwilliam Darcy.


Keira & Matthew / Lizzy & Darcy

- O meu desejo e a minha afeição não mudaram. Mas uma palavra sua poderia   silenciar-me para sempre. 


Mulheres Bennet. Lydia, Jane, Mary, Kitty, Lizzy, Mrs. Bennet

O filme de 2005 é um filme que pode-se dizer completo, conta praticamente toda a história do livro. Deixa algumas coisas de fora, mas tudo de importante esta nele. 
Principalmente a minha parte preferida, quando Mr. Darcy escreve uma carta para Elizabeth. No filme e no livro, é a minha cena/parte preferida de todas. E como não poderia faltar a trilha da cena e tudo mais ficou muito muito boa!

Acho que não tem muito mais o que eu falar, para quem gosta de mini-série, existe uma da BBC, muito famosa por sinal pois o Mr. Darcy é interpretado por ninguém mais ninguém menos que Colin Firth. 

Me despeço deixando as capas do livro e do filme para vocês darem uma olhada e também a capa do livro da editora Martin Claret. 

Filme / Livro

O orgulho é um defeito muito comum. A natureza humana tem uma inclinação especial para esse defeito, e muito poucos dentre nós não nutrem um sentimento de complacência para consigo mesmos, sob pretexto de uma ou outra qualidade, real ou imaginária. Vaidade e orgulho são coisas diferentes, embora sejam palavras usadas muitas vezes como sinônimos. A pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho está mais ligado à opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade ao que os outros pensam de nós.


Bom povos e povas, espero que tenham gostado do post, especial e um pouco atrasado, mas é que eu não podia ficar sem falar sobre isso, afinal são 200 anos, é um livro clássico e que merece todo o reconhecimento que já tem, Jane Austen foi uma genia, com uma visão tão clara das coisas em uma época onde poucos tinham coragem de escrever o que ela escrevia, e é uma pena ela não ter podido ser tão reconhecida em sua época. O que me deixa feliz é saber que ela o é agora, no presente, e que suas obras mesmo sendo clássicas, sempre conseguem ser atuais. 

Recomendo o filme que conta um pouco sobre a Jane, Amor e Inocência, com a linda da Anne Hathaway. 

Enfim pessoal.

The End.