[RESENHA] The Selection #1: A Seleção

3/31/2014 Andressa Costa 1 COMENTÁRIOS

OI GENTE! Como vão? Hoje farei uma resenha um pouco muito atrasada e talvez um pouco longa sobre a série que não me deixou dormir, acabou com minha vida de leitora, destruiu qualquer descrença que eu tinha sobre sair algum tipo de série viciante pós Harry Potter: A SELEÇÃO! 

Eu sei que saíram ótimas séries depois de Harry Potter, isso é óbvio e eu mesma gosto de muitas. Mas, levando para o lado pessoal, nenhuma delas conseguiu bagunçar tanto minha cabeça como fez A Seleção. E olha que bagunçou horrores, meses que li e até agora não consegui superar. É.

Então, o que nos conta A Seleção: America Singer é uma ruiva que vive num Estados Unidos pós Quarta Guerra Mundial. O país foi dominado pelos chineses, pra quem os EUA devia dinheiro, e “recuperado” por Gregory Illéa e refeito sob um regime de 8 castas.

Illéa, o novo nome do país, é composto por 8 castas, sendo a casta 1 a realeza e indo até a 8, que é a casta dos mendigos, pobres, ralé, escória, algo assim (honestamente, não lembro direito do que é a casta 8, mas com certeza é algo assim). America faz parte da casta 5, a dos artistas, e trabalha com música. Ela vive com sua mãe (música), seu pai (pintor) e seus dois irmãos mais novos May (artista) e Gerad (não sabe que área seguir).

Ao receber a carta sobre a Seleção, concurso no qual o príncipe de Illéa deve escolher uma dentre 35 garotas selecionadas do reino para ser sua esposa, America simplesmente não quer participar, contrariando sua mãe, que via na oportunidade um futuro melhor pra família que passava necessidades por serem da 5.

America não queria fazer parte da Seleção por estar apaixonada por Aspen, um esforçado cara da casta 6, dos trabalhadores servis, ajudantes, secretários,etc, com quem ela vive um romance proibido que desafia as leis do país. A mãe de America faz com ela um acordo para que ela ao menos mande a ficha de inscrição para a Seleção e Aspen a aconselha a participar também. Após Aspen, por orgulho, terminar com America, ela descobre ser uma das 35 selecionadas e é enviada à Angeles, onde fica o palácio onde mora a realeza de Illéa.

Ao chegar ao castelo, ela logo faz amizade com Marlee (uma 4), “muda” de look, cria implicância com a desalmada Celeste, conhece suas amigas/criadas e tem um crise claustrofóbica. Ao tentar ir para os jardins do castelo tomar ar, America desmaia e é acolhida pelo príncipe, que ordena os guardas a deixarem-na sair. Ao chegar ao jardim America grita com o príncipe, o chama de baixo, diz que o concurso é ridículo e já deixa claro que não tinha intensão nenhuma de estar onde estava, mas Maxon, com toda sua compostura linda e apaixonante de príncipe mantém a calma e procura entender o que há. E assim é o primeiro "encontro" dos dois: proibido, já que Maxon deveria ver todas as selecionadas juntas no dia seguinte, e cheio de xingamentos.

Então, agora vou parar de contar toda a história rs mas após America aceitar que Maxon não é de todo mal e começar a enxergar seu futuro de uma forma diferente, ela descobre que Aspen foi designado como guarda do castelo, tendo assim saído da casta 6 e ido parar na 2. E aí a casa cai. Todos os sentimentos que America sufocou após o término voltam, mas de uma forma diferente, pois ela começa a gostar de Maxon e a presença de Aspen não ajuda em nada.

O que gosto na America é que ela é sincera desde o início com Maxon, é uma pessoa de opiniões formadas e também que ela está sacrificando suas vontades e sonhos para ajudar a família. O que não gosto nela é que a sinceridade uma hora acaba e ela fica muito indecisa eventualmente, mas eu não a julgo tanto pela indecisão. Só um pouco muito. Mas, na minha opinião, ela é muito controversa, gosto do modo dela de pensar, mas minha vontade é sempre de bater nela por causa de algumas atitudes rs e essa vontade aumenta em A Elite, segundo volume da série e que em breve terá resenha por aqui.

Quanto ao Maxon e ao Aspen: cada um tem seu lado lindo, apaixonante e encantador. Maxon é um príncipe, óbvio que ele seria todo charmoso, todo príncipe mesmo rs mas o Aspen também tem seu lado legal, e eu até entendo os motivos dele para as suas ações, tudo questão de preocupação com America. Mas, mesmo que eu entenda o quanto ele a ama, todo o lado dele da história, não consigo deixar de ser Team Maxon <3

O livro foca bastante na parte romântica da história, mas o que eu gostaria que tivesse sido mais explorado era a parte política. Tem partes pelo livro dando a entender que a história do país é um tanto restrita e tal, e nesse volume da série nós temos uma ideia básica do que aconteceu com o país até chegar ao ponto em que tudo estava, assim como as próprias personagens. Em A Elite o assunto é até mais aprofundado, mas não tanto quanto eu gostaria, o que me deixa mais curiosa ainda pra ver como tudo se desenrola em A Escolha, o último livro da série, que será lançado em maio.

Então gente, é isso. Espero que vocês leiam A Seleção e fiquem tão eufóricos e ansiosos que nem eu!


Título: A Seleção
Série: Trilogia: A Seleção
Páginas: 357
Autor(a): Kiera Cass
Tradutor(a): Cristian Clemente
Editora: Seguinte

1 comentários:

Andrea Parker disse...

Muuuito bom... Deus.. quero o 3° cadêeeeeeee ??! kk