[RESENHA] Outlander #2: A Libélula no Âmbar

8/04/2015 Jessie 3 COMENTÁRIOS

E cá estou eu novamente para falar pra vocês sobre a série (de livros) Outlander. Como prometido na resenha de A Viajante do Tempo, vim comentar as minhas impressões sobre o segundo livro intitulado A Libélula no Âmbar.

Fazendo uma breve recapitulação: o primeiro livro foi com certeza um dos melhores que li em 2014 e isso fez com que as minhas expectativas se tornassem gigantescas para a continuação. Se eu falar que mesmo assim o livro conseguiu ser absolutamente maravilhoso e que ainda achei melhor que o primeiro, vocês iriam acreditar em mim?

Aviso aos navegantes: cuidado com a resenha do livro pois ela possui spoilers do volume anterior da série. Então se você não quer saber nada sobre o enredo, só a minha opinião pule direto pra ela.


Este livro se passa vinte anos depois do final (e que final!) de A Viajante no Tempo. Estamos de volta ao presente (ou futuro, who knows?) e Claire está outra vez na Escócia, mas agora ela é a viúva de Frank Randall e mãe de uma jovem e bela mulher. Brianna Randou puxou o pai, alta, linda e... ruiva.

Mas, como sempre Diana Galbadon não decepciona, assim nós somos transportados para o passado, mas não como no primeiro livro: dessa vez Claire nos levará até lá quando conta para Brianna como conheceu seu pai. Assim ficamos sabendo que Jamie sabia sobre a gravidez da esposa e que também sabia que ela era uma viajante no tempo.

Somos levados à viajem que o casal faz para a corte francesa e, durante este longo flashback, acompanhamos os desafios que Jamie e Claire passam ao tentar acompanhar o jogo político que acontece durante o reinado de Luís XIV ao mesmo tempo em que tenta salvar todos ali de uma morte devastadora com a ajuda do príncipe exilado da Escócia, Carlos Eduardo Stuart (Charles Edward, para aqueles que gostam de história). 

É claro que o casal ainda não está seguro e a prova disso é o reencontro com Black Jack. Será que eles dois serão capazes de impedir a destruição de seus companheiros highlands? E como fica a relação deles? Como ela voltou e porque sua filha é registrada como Randall?

O livro é temperado de momentos emocionantes, mas mesmo com toda a carga dramática temos brechas de humor, que fazem a leitura se tornar mais fácil e faz com que o leitor esqueça o tamanho do livro que convenhamos não é nada pequeno. 

Bom, a trama continua sendo fechada, as perguntas que surgem no decorrer da leitura são, quase todas, respondidas neste mesmo volume da série, outro ponto positivo porque ninguém aguenta aquele tipo de livro que só cria pontos de interrogação deixando-nos bastante frustrado no final.

Sobre as novas personagens que aparecem nesta obra eu simpatizei muito com algumas e com outras nem tanto e acredito que vá ser assim com todos aqueles que lerem, mas todas elas têm papel fundamental na trama e nos desdobramentos dos fatos narrados por Claire.

Eu amei essa capa, é a minha favorita até agora, porque tem o Jaime na capa e não aparece o rosto (pontos para a Saída de Emergência!). A diagramação do primeiro livro é mantida e isso me deixa ainda mais feliz porque odeio quando começam a mudar tudo no meio da série. 

Com o terceiro livro parte I e II já lançados muitos de vocês querem saber (ou já sabem) as próximas aventuras do casal protagonista, mas sinceramente eu ainda não li a parte II então estou muito curiosa.

A segunda temporada de Outlander já está sendo gravada e para quem ainda não assistiu nem a primeira aqui vai uma dica preciosa: vai correndo assistir! Foi uma das séries mais fiéis aos livros que já assisti na vida e isso quer dizer alguma coisa, né gente?

3 comentários:

Vanessa Woods disse...

Gosto de livros assim e principalmente usando disse que tem drama mas também humor. Beijos :)

Vanessa | www.closetdelivros.blogspot.com

Eu adoro a coleção Outlander s2. A Diana tem uma imaginação incrível para conseguir criar essa coleção espetacular. A cada livro que você lê, só lhe resta a ansiedade e o gostinho de quero mais.

Reginaldo Neto disse...

Sobre a fidelidade da série ao livro, quer dizer muito Jessie, quase sempre fica um imenso vazio entre livro e tela. A conferir, tanto livro como série.