Oiiii seus lindos, hoje nos finalizamos nosso Especial de Dia das Mães, então não percam a ultima chance de participar da promoção e ganhar um livro pra você e outro pra sua mãe, a promoção corre até hoje as 23 horas, então não percam tempo, cliquem AQUI e bora lá participar.

E pra encerrar nosso especial com chave de ouro, eu trago pra vocês a resenha de Tal mãe. Tal filha. Da nossa parceira Clara de Assis, o livro especial para o dia das mães e vocês simplesmente não podem deixar de adquiri-lo (podem fazer isto clicando AQUI), e por quê? Porque a história é simplesmente incrível e divertidíssima!!!


Allison Hamilton não se preocupa com outra coisa além de sua carreira e ascensão, é uma das melhores produtoras executivas de moda, na conceituada Revista Heat. Tudo caminha maravilhosamente bem, Allison tem a perspectiva de uma promoção em breve e uma maneira de esfregar seu sucesso na cara de sua prima, Carolyn. Allison só precisa resolver um pequeno contratempo — para conseguir a promoção, impressionar a equipe e mostrar o quanto é apta e maravilhosa, ela tem de apresentar sua filha a chefe —, o problema? Allison não tem uma filha.

Amy Evans acabou de fazer dez anos e se orgulha disso. Passou muito tempo tendo o que queria e na hora que queria, aprontando e se aproveitando bastante do fato de ser órfã de mãe e ter um pai ocupado demais, que se culpava por não dar à filha uma família convencional, como a que ele teve. Mas Amy passou de todos os limites e agora estava sem qualquer regalia. Seus problemas parecem ter uma solução quando sua vizinha, Allison Hamilton, precisa de uma família “Express”. Conforme Amy começa a conhecer melhor sua mãe de mentirinha, percebe que Allison pode ser a resposta para todas as questões que transformaram os Evans num fiasco.

Gente eu não sei nem como começar a falar deste livro, mas uma coisa de extrema importância é: leia-o no fim de semana, quando tiver um tempo livre! Porque a Clara me mandou ele no meio da semana, eu peguei pra ler pra poder trazer a novidade pra vocês hoje, e simplesmente não consegui largar o livro!!! Nada de trabalho, nada de estudo, só o livro e por quê? Porque é IMPOSSÍVEL! Ressaltando IMPOSSÍVEL! Começar a ler e largar, só não da gente a história te prende de uma maneira, que embora eu tenha elaborado mil ideias do que a Alisson poderia fazer, eu ficava desesperada pra poder saber como ela ia resolver as coisas, como ia sair dessa e como o destino ainda podia colaborar com ela.

E por falar em destino, precisamos falar de como ele foi bondoso com a Alisson quando colocou a Amy em seu caminho, porque simplesmente a garota era o sopro de paz (ainda que uma paz tumultuada porque a garotinha é fogo) que ela precisava na vida dela, uma maneira de ela ver que uma mentira trouxe pra ela talvez a melhor coisa que ela poderia ter na vida.

Eu simplesmente amei todo o contexto da história que me surpreendeu muito. No inicio eu pensei que seria a história de uma garota fútil que queria crescer em uma empresa de moda, só porque moda era algo legal e almejado (ala O Diabo Veste Prada) e uma garotinha que é a clássica pobre menina rica, com dinheiro de mais e atenção de menos do pai. E aconteceu o que? Aquilo que na maioria das vezes acontece comigo: cai do cavalo lindamente.

A história é incrível porque não trata a moda como uma coisa extremamente almejada e valorizada, é um sonho que a Alisson aprendeu a sonhar e que depois de todas as dificuldades pelas quais ela passou, ela mostra determinação ferrenha e mostrando sempre que com esforço pode-se chegar onde quiser, e aí vem a Amy que é uma menina com problemas familiares, mas que a todo o momento tenta se mostrar forte e não se faz de coitadinha e isto me encantou: a maneira como ela lida com os próprios sofrimentos. De uma maneira geral as duas simplesmente se encaixam de uma maneira sensacional, porque elas amadurecem juntas, uma ajuda a outra a descobrir coisas em si que nem elas sabiam que existiam.

 E temos também John, o pai incrivelmente ausente e sexy da Amy, que tenta suprir as necessidades da filha com dinheiro, como se isto fosse tudo, mas de uma maneira mais profunda, a gente entende que ele foi criado tendo como referencia o distanciamento dos pais e que ele meio que só passa aquilo que ele cresceu aprendendo, afora o fato de ter de criar uma garotinha sozinho, em resumo ele é perdido mesmo rs, porem tudo na vida tem um jeito né? E Este homem incrivelmente sexy também tem o jeito dele.

Todos os demais personagens são muito bem definidos e tem seus papeis bem encaixados, os pais da Alisson (que até certo ponto são um fiasco de pais também, devo dizer) o irmão dela e a prima incrivelmente falsa e insuportável (me identifico muito com a Alisson nesse ponto, porque detesto coitadinhas), Hope a empregada dos Evans, a avó de Amy e claro os colegas de trabalho de Alisson. Todo esse conjunto de personagens bem escritos resulta em uma história: encaixada, engraçada e simplesmente apaixonante!

A vontade que eu tenho é de contar um milhão de coisas para vocês, mas não posso rs, o que posso dizer é: vocês DEFINITIVAMENTE precisam ler este livro e se deliciarem com as aventuras de Alisson e Amy. E é isso minha gente, feliz dia das mães para vocês (para que é né? Rs) e para as mamães de vocês, em um ritmo divertido e repleto de confusões que acabam em amor, como na maior parte das famílias. 








Título: Tal mãe. Tal Filha Páginas: 314| Autor(a): Clara de Assis
 Editora: Distribuído pela Amazon

2 Comentários

Clara de Assis disse...

Awnnnn ficou linda a resenha!!! Gente... Que bom que você gostou! Estava apreensiva, pois sei que você é sincera nas resenhas e não tem essa de elogio "de parceria", o que foi o que mais me atraiu no Paraíso Literário, saber que terei um feedback real do meu trabalho. Muito obrigada, ficou lindo!

Jessie disse...

Oi Aninha!

Eu adorei conhecer um pouco mais sobre a história. Achei bem fofa a premissa de usar a moda, que muitas vezes é uma coisa que pode ser fria, em algo tão pessoal e familiar. Além disso é algo tão inovador... lógico, temos outras dezenas de livros ambientados no mundo fashion, mas Tal Mãe. Tal Filha realmente trouxe um olhar novo e uma história (aparentemente) linda.

Beijinhos

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