[SÉRIES] Super Drags


Oii seus lindos, hoje vim falar um pouquinho para vocês sobre esta série que deu muito o que falar quando lançou, mas que hoje está as margens do catalogo da Netflix, e tudo porque (na minha não tão humilde opinião) nosso país não estava preparado para algo tão cômico e que envolvesse o universo LGBT, que foi o que Super Dregs trouxe para nós, e para saber um pouquinho mais sobre o que eu achei da série é só continuar lendo.
O mundo LGBT corre um sério risco, pois todo membro da comunidade possui uma energia muito forte chamada highlight, e está energia é fomentada pela super pop star Goldiva (Aka Pabllo Vittar, que foi quem deu voz a diva e o maior motivo pelo qual o povo ficou louco com a série, já que isto significava que Pabllo Vittar estava colocando seus planos de dominação mundial em prática), mas existe uma super vilão, que um dia já foi uma diva e que hoje precisa sugar highlight para poder recuperar sua beleza.

Mas os LGBT não estão desprotegidos, em meio a este babado, confusão e gritaria nós temos as MARAVILHOSAS Super Drags, que farão o possível e o impossível (em meio a muitos desastres e confusões) para poder salvar o highlight, e obviamente para ajudarem Goldiva a aumentar o highlight dos membros da comunidade.


Para início de conversa, já vou avisando que eu esperava muito mais da Goldiva, apesar de ela não ser a estrela real da série, mas é que os comentários acerca da dublagem da Pabllo Vittar foram tão grandes (e maldosos, já que esse povo preconceituoso não é capaz de apreciar a grandeza e importância que esta dublagem e a série em si trouxeram para a comunidade LGBT) que eu pensava que a personagem tinha uma participação imensa e que era bem sensacional, mas a realidade é que para mim a Goldiva é só o estereótipo do artista antipático que acha que o mundo gira ao seu redor, e obviamente que sua arte é a mais importante de todas.

Em essência, o que importa e o que torna a série sensacional são as 3 Drags que defendem o mundo e que nos apresentam situações reais em tom cômico, e que ainda assim não torna nada menos importante, e nos são apresentados temas muito relevantes como: a busca pelo padrão de beleza perfeito, o estereótipo do negro na sociedade e o absurdo da cura gay.

É uma série com classificação de 16 anos, já que apresenta um linguajar e certos indicativos sexuais que não são indicados para menores. São poucos e curtos episódios, mas com uma produção muito bem feita e com gráficos que trazem o tom cômico para cada episódio.


Em suma é uma série engraçada, mas que ao mesmo tempo nos faz pensar em como as pessoas deste nicho social vivem e sofrem, e como com atitudes bobas como um “eu te aceito” ou “você não está sozinho, pode contar comigo” poderiam fazer uma completa diferença e tornar o mundo um lugar muito melhor para eles. 



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